Uma amiga que conheci me mostrou seus talentos, resolvi homenageá-la colocando aqui alguns deles. Espero que gostem tanto quanto eu gostei.
Tostãozinho e a Pensionista
O sol ardia no firmamento muito azul; embora o outono com seu intenso frio, prenunciasse o inverno que se aproximava.
Mesmo com todo o frio, a relva permanecia ainda bem verdejante. O prado era imenso; com grande arvoredo sendo despido de sua roupagem pelo imperdoável outono, que prefere ver belamente em toda nudez artistica, a natureza.
Um pequeno vulto vem se aproximando através do prado; bem displicente com as mãozinhas no bolso; como a querer desta forma, protege-las da friagem. Seus loiros e cacheados cabelos, caíam nos ombros, enquanto a cabeça era aquecida por um já surrado gorro de lã. Os pequenos pézinhos ostentavam desbotado tênis com os cordões soltos. Blusa xadrez de flanela e calça que diziam a cor do tempo, de uso.
Uma voz gritou: - Tostãozinhôô! Depressa minino, que a comida isfria.
Dado uma corrida, o garoto entrou no barraco e junto ao fogão de lenha recebeu das mãos de sua mãe, em um prato de ágata já muito descascado, seu tradicional feijão de corda e carne de sol com farinha. Sentou-se como sempre na soleira da porta, dando início a sua refeição.
Algum tempo depois, Tostãozinho abre os olhos e percebe que adormecera… e o prato? Baixando a cabeça, vê espantado que uma visitante saboreava o resto de comida que ficara no prato, que ele antes de adormecer colocara no chão.
Mais encantado, do que temeroso; o nosso heroi olhava a sua pensionista tão minúscula, graciosa e faminta. Satisfeita, retirou-se tranquilamente sem ao menos dar um sorriso de gratidão.
Nos dias que se sucederam, Tostãzinho temendo que sua mãe atrapalhasse tão interessante pensionista, resolveu sentar-se numa tora de madeira, junto ao poço.
A afinidade entre a pensionista e o menino; tornou-se tão profunda, que algum tempo depois, ela ja comia diretamente das mãozinhas dele e ficavam ambos perto um do outro qual grandes amigos.
Mas um dia…-Vige Nossa Senhora!! Sai daí minino! Num vê que é pirigoso? E a mãe tentou matar, mas a pensionista fugiu para o mato.
Passado alguns dias; já um tanto crescida em cada vez mais amiga de Tostãozinho, ambos descançavam após a refeição; ao se dirigir par ao poço, a mãe do garoto viu novamente a pensionista junto a seu filho, e não teve dúvidas; deu-lhe uma cacetada tão forte na cabeça, que o animal não teve como escapar. Com o barulho o menino acordou; e ao ver sua amiga estirada com a cabeça estraçalhada, começou a chorar dizendo:
-Era minha amiga. Mãe! Era minha grande amiga. Eu criei ela de piquinininha. Era minha amiga, Mãe.
A pobre mãe abraçando o filho disse:
-Filho! Tua amiga, era uma Cascavel.
Mariá
Prof. Antonia Almeida (portugês) U.S.J.T. 18/05/1999
As lojas já iniciavam o fechamento de suas portas. Mesmo assim, o entra-e-sai de pessoas a procura de presentes era grande. os alto-falantes sonorizavam as tradicionais melodias natalinas. Tudo era festa, tudo era esplendor na beleza do colorido das luzes nas fachadas das casas comerciais; nos determinados trechos da cidade ostentando os mais variados enfeites e as queridas árvores de Natal trazendo sempre o encanto para todos.
Embora o corre-corre e atropelos de última hora (muito comum no brasileiro) a alegria e a felicidade brincavam na fisionomia das pessoas; era como se ninguém mais tivesse problemas. Aliáss, a noite de Natal tem o dom de fazer com que as preocupações do dia-a-dia sejam esquecidas e renasça dentro de cada um, a criança-grande sonhando com seu presente, por mais simples que ele possa ser.
Dentro de toda aquela euforia natalina, perambulava uma pequenina pessoinha, de mais ou menos seis anos de idade. Sua tez morena tingida pela palidez, tristonho olhar envolto de profundas olheiras demonstravam que aquele frágil corpinho, há muito não sabia o que fosse alimento. os cabelos da cor das asas da graúna, caiam em caracóis sobre um rostinho sujo e cobriam travessamente negros e grandes olhos. Seu traje limitava-se em umvestidinho já sem a real cor, possuia tantos rasgos que mais parecia (quem sabe) um arrendado futurista…os pequeninos pés diretos no chão pisavam indiferentes o que quer que lhes fosse dado encontrar pelo caminho…
Ela seguia esqueirando-se por entre a multidão, apressada nas calçadas. No desejo de alguma coisa para comer, a meiga criaturinha a uns estendia a pequena mão, a outros puxava pela roupa pedindo uma caridade… mas ninguém tinha tempo para percebê-la, pois era Noite de Natal e todos precisavam chegar cedo para a ceia e festejos do Nascimento de Cristo… e de pouco em pouco as ruas foram ficando vazias, o comercio fechado com suas lindas vitrines iluminadas dentro de melancólico silêncio…
Caminhando vagarosamente sob as luzes dos enfeiter; ja tropegante se amparava nas paredes, a linda e doce boneca Natalina que ninguém ousou olhar sequer…com a mesma suavidade de uma canção dolente, seu corpinho foi deslizando lentamente pela parede, até tombar num canto qualquer da grande cidade… abriu os negros e lagrimosos olhinhos fitou o firmamento cheio de estrelas e balbuciou:
- Boa Noite! papai Noel.
Um ancião que casualmente passava, ao ouvir a saudação infantil, parou e acariciando a cabecinha da criança, respondeu:
-Boa Noite! Meu anjo.Durma bem.
Sim, ela, a boneca Natalina adormeceu bem para sempre…
Guarulhos, 12 de Novembro de 1989
“Não sei se existem pessoas boas ou más, sei apenas que existem pessoas e ações.”
Maria Alves Ferreira
Caras quanta satisfação ao ver uma banda tocando no estilo (visual e sonoro) o tradicional metal. Os bons tempos estão voltando? Espero que sim. Aumentem o som e ergam suas “cabeça”.
Eu andei vagando por ai e entrei num site de curiosidades e “raptei” essas brincadeiras. Como era bom quando se viam crianças brincando de “Mês”, “Passa-anel”, “Mãe da rua”, “Mana-Mula” e tantas outras brincadeiras que exercitavam o companheirismo, o respeito aquele que está em desvantagem…. é pena que isso está se perdendo no tempo.
Brincadeiras Japão Janken Pon
As crianças brasileiras conhecem bem esta brincadeira. Depois de gritar ?jan?, ?ken” e ?pon?, se deve fazer um gesto que represente papel, pedra ou tesoura. O papel embrulha a pedra, a tesoura corta o papel e a pedra quebra a tesoura. Os coreanos, porém, vão além. O vencedor deve gritar ?atchi muite hoi?, que quer dizer olhe para este lado. Se o oponente virar o rosto para o mesmo lugar apontado, ele perde definitivamente o jogo. Senão, é determinado empate.
O senhor Daruma caiu
O pegador, de costas para o resto dos participantes, começa o jogo gritando ?o senhor Daruma caiu!?. Neste momento, todas as outras crianças devem correr e se esconder até ouvirem o pegador dizer a frase outra vez. Ele sai, então, à procura das pessoas, que só são apanhadas se se moverem. Uma vez aprisionado, o único jeito de se safar é com a ajuda do resto dos participantes, que tem de bater nas costas do pegador. Mas eles podem se aproximar apenas enquanto este não estiver olhando. Caso isto aconteça, devem ficar parados ou também serão apanhados.
Coréia do Sul Pump it up
Este fliperama, criado pela empresa coreana Andamiro, se tornou bastante popular entre os brasileiros. O jogador deve escolher uma música e reproduzir os passos indicados na tela.
Gangorra Coreana
O sistema é o mesmo das gangorras nacionais: uma tábua apoiada, no centro, em um toco de madeira. A diferença está no modo de utilizá-las. Na Coréia, as pessoas ficam de pé e impulsionam umas às outras. Reza a lenda, que o brinquedo era usado antigamente pelas mulheres para espionarem seus maridos por cima do muro.
Coréia e Japão Go ou Baduk
É o jogo de estratégia mais conhecido na Ásia. Foi inventado na China, apesar de ter evoluído durante o período imperial japonês. Nesta época, havia um órgão militar dedicado exclusivamente a estudar suas estratégias. Simulando uma batalha por território, o baduk (Coréia) ou Go (Japão) compõe-se de um tabuleiro quadriculado e pedras brancas e pretas. Os jogadores tem como objetivo formar o maior território e evitar o avanço do adversário.
Yut
Consiste em um jogo de tabuleiro, onde a direção para a qual devem caminhar as peças é determinado ao se lançar para o alto um pedaço de madeira. Dependendo do local o toco cair, calcula-se a quantidade de casas que se deve avançar.
Alemanha Sardinhas
Um dos participantes deve se esconder dos demais. Quando alguém encontrá-lo, se esconde no mesmo lugar e assim sucessivamente. O último que sobrar passa a ser a pessoa que se esconderá na rodada seguinte.
Suíça Eu espio algo
Esta brincadeira é bastante apreciada pelas crianças mais novas. O líder escolhe um objeto na sala e diz a frase: ?eu espio algo?, fornecendo algum detalhe, como cor ou forma. Os outros participantes tentam então adivinhar o que é fazendo perguntas. Pistas indicando se as suposições estão ou não corretas são dadas por meio da resposta do líder (quente, muito quente, frio, muito frio e morno).
Itália Mora
O significado do nome deste jogo é justamente dedos. Duas pessoas, uma de frente para a outra, escondem as mãos atrás das costas. Ambos pensam qual a quantidade de dedos que o oponente vai mostrar. Depois chutam, no momento em que apresentam as mãos, quanto vai ser a somatória destes com o próprio número que irá se indicar. Quem acertar é o ganhador.
Egito Silêncio é ouro
Forma-se uma grande roda. Em seguida, é escolhido o líder, que deve começar a fazer cosquinhas ou careta para o companheiro do lado. Este faz o mesmo para o seguinte, e assim sucessivamente. Quem der risada ou fizer algum barulho, perde o jogo.
Paquistão Oonch Neech
É um jogo de pega-pega com algumas peculiaridades. O pegador tenta apanhar os outros participantes, mas estes podem fugir subindo em algum lugar mais alto. Valem árvores, cadeiras e muros, entre outros. Detalhe: a tradução do nome da brincadeira é ?em cima e embaixo?.
Colômbia Pare
Uma das crianças lança uma bola para o alto e grita o nome de outra que estiver na brincadeira. Esta tem de tentar apanhar a bola antes que ela toque no chão. Se conseguir, repete-se o processo. Senão, assim que a pessoa a pegar, deve gritar ?pare?, o que obriga todos a pararem de correr, dar três longos passos em direção ao mais próximo e atirar a bola nele.
Taiwan Apanhe os pintinhos
Trata-se de um popular jogo de pega-pega de Taiwan. Primeiro, determina-se quem será a águia, a galinha e os pintinhos. A águia tem de se esforçar para apanhar os pintinhos, que são defendidos a todo custo pela galinha. Aquele que for apanhado, perde e será a ave na próxima rodada.
Até quando iremos alimentar o ódio? Hoje existem muitas guerras, e incontáveis soldados que nem sabem o porquê dessa guerra, mas odeiam o adversário. Americanos, palestinos, judeus,árabes, negros, brancos, asiáticos, homens, mulheres, jovens, cristãos, protestantes, hindus, budistas…todos se odeiam de maneira agressivamente recíproca (sei que é reduntante, mas coloquei dessa maneira apenas para mostrar o tamanho desse sentimento) mas o motivo da guerra está esquecido no tempo. Precisamos cortar esse elo, parar com esse círculo vicioso, essa bola de neve.
Hoje é o dia do meio ambiente. Então vamos comemorar:
com o lixo que jogamos no chão;
a tinta que jogamos nas paredes;
Sentem-se no sofá que jogamos nos rios e coloque os pés na mesa que jogamos nos terrenos baldios;
Selemos o nosso amor à natureza com uma aliança feita de pneu em seus dedos.
Vamos beber um bom champanhe, jogar fora a garrafa e vamos fazer confetes dos jornais e revistas que entopem seus leitos cansados e cheios de latas.
Vamos admirar esses belos canais que transformamos em esgôtos
Vamos acelerar nossos carros com alegria e não se importar com a poluição que corrói nossos pulmões;
Vamos buzinar alegremente até abafar o cantar tristes dos pássaros de gaiola e dos animais encarcerados.
Vamos assar um churrasco, matando os animais sem dó nem piedade, pescar peixes e ficar brincando com eles esportivamente. Vamos fazer a farra do boi, afinal é apenas uma farra.
Li varias reportagens sobre crianças índigo. Nesse vídeo mostra uma delas. Eis aqui uma definição básica retirada do site “flor da vida”:
Uma Criança Índigo é aquela que apresenta um novo e incomum conjunto de atributos psicológicos e mostra um padrão de comportamento geralmente não documentado ainda. Este padrão tem fatores comuns e únicos que sugerem que aqueles que interagem com elas (pais em particular) mudam seu tratamento e orientação com objetivo de obter o equilíbrio. Ignorar esses novos padrões é potencialmente criar desequilíbrio e frustração na mente desta preciosa nova vida. A partir da década de 80, elas começaram a chegar, mais e mais. São crianças espetaculares. Elas estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para as transformações. Elas possuem uma estrutura cerebral diferente no tocante ao uso de potencialidades dos hemisférios esquerdo (menos) e direito (mais). Isso quer dizer que elas vão além do plano intelectual, sendo que no plano comportamental está o foco do seu brilho. Elas exigem do ambiente em volta delas certas características que não são comuns ou autênticas nas sociedades atuais. Elas nos ajudarão a destituir varios paradigmas da humanidade. Veja mais aqui.